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A adaptação da escola

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            No ano letivo 2007/2008, (Antunes, 2013) a Direção de Serviços da Educação Especial da Direção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC) desenvolveu, em conjunto com as Direções Regionais de Educação, o levantamento e análise de dados relativos aos alunos surdos a frequentar os ensinos pré-escolar, básico e secundário, assim como os recursos humanos a si afetos e aos técnicos a afetar, tendo em vista a implementação da rede de Escolas de Referência para a Educação Bilingue de Alunos Surdos.

            É intenção da escola que todos aprendam juntos no estabelecimento de ensino da área de residência e, sempre que possível, nas classes regulares, a questão que talvez se imponha será a de que estas crianças iram sempre necessitar de apoio de um interprete, e se o mesmo faltar como poderá o mesmo acompanhar a aula, sendo que ainda não existe formação de LGP para professores, aquando da sua formação tendo os mesmos que por iniciativa própria procurar onde aprender.

            Talvez uma boa ajuda para melhorar o interesse das crianças surdas na realização de atividades como o teatro ou o contar de uma história seria a tradução em LGP de peças infantis, em simultâneo com a realização da peça ou o contar a história.

 

Obras Citadas

Antunes, A. C. (Setembro de 2013). A inclusão de alunos surdos em salas de aula regulares. Obtido de https://run.unl.pt/bitstream/10362/10847/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20mestrado_Ana%20Antunes.pdf

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